O Fonseca Fez Milagre
Um ‘causo’ inesquecível de adolescência, uma subida no Morro do Fonseca e um ‘milagre’! Na nova crônica, Henrique Vieira Filho compartilha uma história que conecta o passado ao 5º Desafio do Morro do Cristo em Serra Negra.
Terapia e Arte
Um ‘causo’ inesquecível de adolescência, uma subida no Morro do Fonseca e um ‘milagre’! Na nova crônica, Henrique Vieira Filho compartilha uma história que conecta o passado ao 5º Desafio do Morro do Cristo em Serra Negra.
E por falar em vento, fofoca e ‘causos’, você sabia que as plantas, além de conversarem (e muito!) entre si, ainda têm umas que são grandes fofoqueiras e mentirosas? Pois é! Neste ponto, tanto a ciência quanto as lendas concordam plenamente, em uma rara harmonia entre o misticismo e o rigor científico. Descubra na íntegra como o reino vegetal domina a arte da comunicação e da intriga!
Crônica bem-humorada de Henrique Vieira Filho que celebra o Dia Nacional do Escritor (25 de julho) através de trocadilhos inteligentes com os nomes de grandes autores da literatura brasileira, como Guimarães Rosa, Machado de Assis, Jorge Amado, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, entre outros. O texto imagina uma grande festa literária, destacando as características de cada escritor de forma lúdica e convidando à celebração da palavra escrita.
A crônica de Henrique Vieira Filho reflete sobre a percepção da arte na era digital, partindo da pergunta de uma criança: “Você copiou da internet?”. O autor explora como a internet molda o entendimento das novas gerações sobre a criação artística, contrastando a experiência real da exposição com a visão digital, e cita sua observação no Cirque du Soleil. O texto aborda o uso da Inteligência Artificial como ferramenta criativa, debatendo como ela facilita, mas não substitui a essência humana no processo artístico, tema central de seu recente Workshop “Arte e Tecnologia” e Curso de Audiodescrição. A crônica conclui reforçando que, por trás de cada obra digital, há sempre um artista humano
No aniversário da estátua do Cristo Redentor de Serra Negra, esta crônica relembra sua origem inusitada no Moto Clube local, a construção ousada com concreto fosforescente e a fé que moveu uma cidade. Comparando com outros Cristos do Brasil, a reflexão mistura história, música e arte para mostrar que, aqui, o que vale não é a altura — mas o abraço