Serra Negra e a Arte de Parar para Celebrar

Você celebra as suas conquistas? 🤔 Na crônica desta semana, Henrique Vieira Filho confessa que se perdeu na contagem de seus próprios feitos, mas o aniversário de Serra Negra veio para lembrá-lo da importância de parar para aplaudir. Uma reflexão sobre o tempo e a vida!
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As Sementes das Fofocas

E por falar em vento, fofoca e ‘causos’, você sabia que as plantas, além de conversarem (e muito!) entre si, ainda têm umas que são grandes fofoqueiras e mentirosas? Pois é! Neste ponto, tanto a ciência quanto as lendas concordam plenamente, em uma rara harmonia entre o misticismo e o rigor científico. Descubra na íntegra como o reino vegetal domina a arte da comunicação e da intriga!

O Circuito dos Pedágios: Um Tributo a Nabucodonosor

Esta sarcástica crônica de Henrique Vieira Filho traça um paralelo irônico entre os pedágios modernos e sua origem na Babilônia de Nabucodonosor, passando pela Idade Média, o Brasil colonial e até mesmo figuras lendárias como Robin Hood.
Com humor ácido, o texto critica a proliferação de pedágios no Circuito das Águas Paulista, onde visitar cidades vizinhas corre o risco de virar uma experiência paga.

São Paulo no Divã: A Quatrocentona Em Terapia

Na ficção surrealista de Henrique Vieira Filho, São Paulo se transforma em uma cliente no consultório de psicanálise. Entre reflexões sobre seu ritmo frenético, sonhos de calmaria e o desejo de encontrar equilíbrio, a metrópole questiona sua própria essência. Será possível criar espaços de serenidade em meio ao caos urbano? Uma leitura imperdível para pensar a cidade que nunca dorme.

O Dia em que o Mundo Ri Junto

No Dia Internacional do Riso, Henrique Vieira Filho reflete sobre o poder transformador de uma boa gargalhada. Em tempos de tantas preocupações, rir é mais do que diversão — é resistência, cura e uma forma de nos reconectarmos com a leveza da vida. “Solte essa risada presa no peito!” é o convite do autor para um mundo onde o riso é mais presente, mais coletivo e mais sincero.

Publicado resumido no Jornal O SERRANO, Nº 6436 de 1701/2025

Foto-Crônicas Do Absurdo

Salvador Dali e Daqui
Salvador Daqui e Dali

Faz muitas décadas, as revistas populares publicavam as chamadas FOTONOVELAS, onde as histórias eram contadas via textos entremeados por imagens. Este gênero perdurou dos anos 1950 a 1970, mantendo um enorme público cativo.

Aqui, prestando homenagem nostálgica e em mais um capítulo de minha proposta de Arte Efêmera, o desafio foi criar uma “crônica do absurdo”, desenvolvendo a história a partir de recentes fotografias e, sem “apelar” para o Photoshop, reunir uma vasta gama de participantes famosos.

Divirtam-se !